Rebeca Benchouchan é artista multimídia. Natural de Brasília/DF, reside atualmente na Chapada dos Veadeiros/GO. Formada em Engenharia Ambiental, se introduziu nas artes por meio da dança e migrou para as artes visuais, explorando há 10 anos a fotografia. Seu processo artístico integra experimentações laboratoriais com a fotografia analógica e elementos audiovisuais, provocando experiências sensoriais que extrapolam a bidimensionalidade. Como principais temáticas, aborda o estudo de simbologias trazidas de sonhos, intuições e memórias. Sua produção atual é influenciada por valores e crenças pessoais, ligados diretamente às questões sociais e ambientais, à força e sabedoria da natureza e, ao feminino.
Participou do Grupo de estudos de fotografia mediado por Gabriel Cabral em 2020, da incubação de artistas independentes da Redley Garagem em e da Oficina de Videomapping do Cerrado Mapping Festival no mesmo ano, além da Oficina de Fotografia Analógica de Guerrilha pelo B.CO Makers. Cursou audiovisual no Espaço Renato Russo em 2019. Suas fotografias integram as publicações Polyséme (França), "Acidentes Visuais", pelo selo Turvo, Jornal Jararaca (Março-2020) e Foto em Pauta, do Festival de Fotografia de Tiradentes (2020). Em 2021, teve sua primeira individual, Corpo do Mato, no Espaço Casa Jasmim e publicou o fotolivro NOZ, pela Sô edições. Em 2019, expôs sua série Jibóia e o projeto Transformações na Galeria Rubem Valentim, no Espaço Cultural Renato Russo, e em 2020 participou da mostra virtual "A Invenção do Silêncio".
Como VJ, exibiu no Amazonia Mapping Festival, no Coletivo Bruta, Afete-se, Beco Elétrico, Velcrochoque, Festival de Arte Zuvuya, Belladona e na peça teatral Guardianas. Em 2021, assinou os clipes Baião do Cerrado e Dia de Feira, para o grupo Kirá e a Ribanceira.


Quer propor um trabalho ou uma colaboração? Não hesite em entrar em contato, todas as ideias são bem-vindas! 
CV

Rebeca Benchouchan is a multimedia artist. Born in Brasília/DF, she currently resides in Chapada dos Veadeiros/GO. Graduated in Environmental Engineering, she entered the arts through dance and migrated to the visual arts, starting to explore photography 10 years ago. Its artistic process integrates laboratory experiments with analog photography and audiovisual elements, provoking sensory experiences that go beyond two-dimensionality. As main themes, it addresses the study of symbologies brought from dreams, intuitions and memories. Her current production is influenced by personal values and beliefs, directly linked to social and environmental issues, the strength and wisdom of nature, and to the feminine.
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